domingo, 6 de junho de 2010

Liberdade

 O medo de ser livre é o que nos aprisiona todos os dias.
Vou me libertar e liberar meus versos.
Eles nem imaginam onde podem ir.
Saberão um dia, tenho certeza!
Receberão o habeas corpus do lirismo.
Serão como barcos à deriva...
Prontos para se entregar as correntes,
Norte, sul, leste, oeste...
Noroeste, sudeste, nordeste, sudoeste...

Ah não!

Sou réu do verso vilão!
E a rima sempre será minha doce prisão.