Vou me libertar e liberar meus versos.
Eles nem imaginam onde podem ir.
Saberão um dia, tenho certeza!
Receberão o habeas corpus do lirismo.
Serão como barcos à deriva...
Prontos para se entregar as correntes,
Norte, sul, leste, oeste...
Noroeste, sudeste, nordeste, sudoeste...
Ah não!
Sou réu do verso vilão!
E a rima sempre será minha doce prisão.
MÁFIA
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*Arte de Rufino Tamayo*
Sou brigão. Um Hulk amarelado. Um caixa automático do Procon.
Minha aparência é calma, educada e sensível na maior parte do tempo...
1 dia atrás












