
É tempo de mudar
De respirar novos ares
De seguir os balões no ar
De nova esperança em suas frases
É tempo de virar a página desse caderno
E de reler O Pequeno Príncipe
De esquecer todos seus defeitos
Do adendo dentro da sua índole
É a Autobiografia da Fé
Da estrelinha dourada que morreu
Do soneto do amor vazio
Deixar para trás tudo que se fudeu
É o momento de ser espoleta
E viver sem a obrigação do obrigado
Dou-lhe uma, dou-lhe duas, dou-lhe três
E o instante será meu e de vocês
A vida é poema e não dilema
A vida é obscena e não problema
Aprenda que métrica é fundamental na geometria
E que ter sagacidade que é fundamental na poesia.
4 comentários:
Achei emblemática a última frase, poema muito elouquqente, quem o conhece sabe o que ele muito quer dizer, e ele diz tudo, isso não é nada fácil!
Parabéns, belo poema!
Tempo de mudar, ou, pelo menos, fingir que se muda. Quisera ter ainda as ilusões sazonais, mas, mesmo quando elas se vão, restam caráter e perplexidade. Espanto. Amizade. Ternura. Uma boa prosa, meia dúzia de cervejas e um pratinho de tremoços.
Lindo poema ")
parabéns pelo i ano de blog!!! ´precisamos comemorar!!! hahahahah
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